O gene da felicidade

Esta manhã eu e o meu marido falávamos da minha família. É comum a alguns tios e primos, e obviamente a mim e ao meu pai, uma tremenda capacidade de sermos felizes. Por tudo e por nada. E com esta felicidade vem uma carga de generosidade em igual proporção.

Não parece muito modesto, da minha parte, peço desculpa. Mas é uma característica nossa. Somos descomplicados, trabalhadores, criativos e bem humorados.

A fonte dos nossos únicos problemas pode vir somente de invejas, traições, gente aproveitadora e manipuladora. Sempre de fora, nunca de dentro. Odiamos confrontos e temos sempre uma piada pronta, ou um comentário cheio de humor.

Não somos mal-intencionados, nem desejamos o mal a ninguém. Quem nos prejudica passa para o grupo do “coitado, dá pena uma pessoa ser assim”. E vamos sendo felizes porque chove, porque faz sol, porque faz calor, porque faz frio, porque temos tudo, ou não temos nada, mas o nada que temos é mais do que muitos têm.

E vamos maravilhando-nos com lugares, gentes e coisas. Seguimos borboletas e somos felizes.

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